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Reforma de Bolsonaro não prevê cobrança de sonegadores nem combate a fraudes

Reforma de Bolsonaro não prevê cobrança de sonegadores nem combate a fraudes

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Caixa da Previdência deixou de receber cerca de 3 trilhões nos últimos 20 anos, segundo a CPI do Senado, por conta de dívidas das empresas, desonerações fiscais, sonegações e fraudes

As propostas da equipe econômica do governo Jair Bolsonaro (PSL/RJ) para a reforma da Previdência ainda não são claras. A única coisa que já dá para perceber pelo que foi vazado para a imprensa é que todas prejudicam trabalhadores e trabalhadoras e beneficiam o grande capital.

Há estudos para aumentar a idade mínima de aposentadoria para homens e mulheres, implementar o perverso modelo chileno de capitalização da previdência, e diminuir os valores dos benefícios a aposentados e pensionistas, além de mudanças de regras para aposentadoria de servidores públicos e militares.

No entanto, nem o ministro da Economia Paulo Guedes nem os economistas neoliberais – que vêm apresentando suas propostas por meio da imprensa – estão levando em consideração o resultado da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Previdência que, em 2017, demonstrou que a Previdência é superavitária, e que é preciso ‘cobrar’ as dívidas dos maiores devedores do sistema, além de rever as desonerações e estancar a sangria feita por empresas que retêm as parcelas do INSS aos trabalhadores e não as repassam aos cofres públicos, entre outras fraudes.

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